[ Ininterrupta ][ Atualizado via APIs públicas ]

[ Observatório Político ]

Todo mundo já sabe que violênciaassédiofeminicídioabuso contra mulher é crime e um problema social grave no Brasil.

Quem está fazendo algo
pra mudar?

Dados públicos da Câmara dos Deputados, atualizados automaticamente. 1.192 proposições. 401 deputados. 216 regressivas expostas.

[ scroll ]

[ COMO USAR ESTE SITE ]

[ Carta da autora · Sobre este projeto ]

Esse site é o que eu consegui fazer com o que sei. Sou comunicadora e creative technologist, entendo muito mais de comunicação do que de política. O que sei fazer é usar IA pra cruzar 21 mil proposições e traduzir o juridiquês em algo que cabe no celular antes de você entrar na cabine. Não substitui o trabalho de coletivos, ONGs e organizações que atuam diretamente com a pauta. É mais um meio de informação. E honestamente: tem muita gente que acha que eu nem deveria ter feito isso, por não ser especialista política nem organização constituída.

+Ler carta completa

Eu falo aqui do lugar de cidadã, dentro de um ecossistema complexo da política brasileira. Como mulher LGBTQIAP+, ocupo um espaço que normalmente pede credencial pra entrar. Porque o medo de fazer as coisas é o que mais trava as pessoas de botar no mundo o que importa.

Esse projeto não tem fins lucrativos e não precisa ficar do jeito que está. Está à disposição da sociedade para evoluir para caminhos mais potentes. Acredito de verdade que mais gente disposta a pesquisar política e compartilhar é um desses caminhos. Se você compartilhar, vira coisa de mais gente. E mais gente votando informada é o único jeito que eu conheço de fazer um Congresso melhor.

Abaixo você vai encontrar dados reais sobre quem propõe leis de proteção à mulher, como cada partido vota, quem atua contra e quem representa o seu estado. Tudo extraído direto da API da Câmara dos Deputados. Aqui está um guia rápido do que você vai ver:

[ ATO 01 / QUEM FAZ AS LEIS ]

Dos 513 deputados da Câmara, 401 propuseram 1192 proposições ligadas a políticas pra mulheres. 112 não propuseram nada sobre o tema. Quem são?

Proposição (PL) é qualquer projeto de lei apresentado por um deputado. Pode ser uma ideia de 2 linhas ou uma proposta estrutural complexa. O número bruto de PLs não diz muito — o que importa é se a proposta muda a estrutura ou só faz barulho.

Relatoria é quando um deputado é designado para analisar a proposta e emitir parecer. É o trabalho pesado — sem relator, a PL morre na gaveta. Quem relata decide o destino.

Nós classificamos cada proposição em duas dimensões. Primeiro por forma: simbólicas (datas, homenagens), incrementais (ajustes em leis existentes) e estruturais (criam programas, fundos ou políticas novas).

Depois por postura: protetivas (ampliam direitos, criam políticas, protegem a vítima), punitivistas (focam em aumentar pena sem proteção material — contam no ranking, recebem selo e subtraem 2 pontos do score) e regressivas (criminalizam aborto legal, obrigam notificação à polícia, sustam resoluções protetivas, propõem armamentismo — subtraem pontos do score).

[ Quem carrega o trabalho ]

Mulheres são 17% da Câmara.
Mas fazem quase todo o trabalho na pauta das mulheres.

0%

das PLs sobre o tema são de autoria feminina.

+158% acima do esperado pela representação

0%

das relatorias dessas PLs são atribuídas a mulheres.

519 PLs só com relatoras · 136 só com homens

0.0×

mais PLs por pessoa nas deputadas

7.8 por mulher · 3.3 por homem

0/20

do top 20 em produção legislativa são mulheres

85% do ranking abaixo

A pauta de direitos das mulheres no Brasil é sustentada, em larga medida, pelas próprias mulheres do parlamento.

Fonte: API de Dados Abertos da Câmara dos Deputados · Legislatura 2023-2026 · Deputados com 3+ PLs · Score: [(estruturais × 3) + (incrementais × 1) + (simbólicas × 1) − (punitivistas × 2) − (regressivas × 7) − (votos regressivos × 5)] × 1,5 se ficha 100% protetiva · Atualização automática diária.

[ GUIA ELEITORAL POR ESTADO ]

Os 3 deputados em cada estado que mais se destacam em políticas de proteção à mulher — considerando número de projetos propostos, quantos são estruturais, e como votaram nas votações-chave. Passe o mouse ou clique no mapa.

[ Recorte editorial ]

×5

Mulheres sem retrocesso na ficha entram no ranking com peso 5×.

Compensação editorial explícita pela sub-representação feminina na Câmara — elas são só 17% da casa, mas respondem pela maioria dos PLs estruturais. Quem retrocede direitos da mulher não recebe o multiplicador.

[ Aguardando TSE ]

live

Será atualizado automaticamente quando sair a lista oficial de candidatos a 2026.

Hoje listamos todos os deputados em exercício na atual legislatura. Quando o TSE publicar quem se candidatou, o ranking refiltra em tempo real e passa a mostrar só quem está concorrendo à reeleição.

[ Sobre este ranking ]ver fórmula

Score = [(PLs estruturais × 3) + (PLs incrementais × 1) + (PLs simbólicas × 1) − (PLs punitivistas × 2) − (PLs regressivas × 7) − (votos regressivos × 5)] × ficha_limpa × peso_sexo. Deputados com 100% de PLs protetivas (zero punitivistas, zero regressivas, zero votos regressivos) recebem bônus ×1,5 no score. O peso_sexo é 5 para mulheres sem retrocesso na ficha (zero PLs regressivas e zero votos SIM em pauta regressiva) e 1,0 caso contrário — uma compensação editorial explícita pela sub-representação feminina na Câmara (só 17% da composição). Quem retrocede direitos da mulher não recebe o multiplicador desenhado para ampliar voz às mulheres da pauta. Considera apenas deputados em exercício na atual legislatura. Quando o TSE publicar a lista oficial de candidatos a 2026, a seção será filtrada automaticamente para mostrar só quem efetivamente se candidatou à reeleição.

Produção legislativa por estado
baixa
alta
Sem deputada eleita

[ São Paulo · Feminicídio 2023 ]

1.6

por 100 mil mulheres

27º no ranking nacional367 vítimas-1.9 pts da média

[ São Paulo · Top 3 articuladores ]

115 deputados na bancada · 25 atuam no tema

Fontes: API da Câmara dos Deputados (produção legislativa) · FBSP / 18º Anuário de Segurança Pública (feminicídio 2023) · Atualização automática diária.

1988 · Constituição Federal·2006 · Lei Maria da Penha·2015 · Lei do Feminicídio·2018 · Lei da Importunação Sexual·2022 · Lei Henry Borel·
1988 · Constituição Federal·2006 · Lei Maria da Penha·2015 · Lei do Feminicídio·2018 · Lei da Importunação Sexual·2022 · Lei Henry Borel·

[ ATO 02 / O TIPO DE LEI ]

1.192

[ proposições ]

100.0% do total

[ 01 / 04 ]

1.192 proposições sobre direitos das mulheres foram apresentadas na atual legislatura (2023-2026).

[ 02 / 04 ]

1.013 (85%) são apenas alterações pontuais em leis que já existem.

[ 03 / 04 ]

147 (12%) criam programas, fundos ou políticas novas.

[ 04 / 04 ]

16 (1.3%) se transformaram em norma em 3 anos.

[ E onde param as outras 1176 ]

79%

estão paradas em comissões.

Das 1192 proposições da atual legislatura, 936 ainda tramitam em comissões sem previsão de votação. Outras 78 nunca receberam relator — propostas que nunca começaram a ser analisadas. Só 16 viraram lei em 3 anos. Clique em cada categoria pra ver as proposições.

6.6%
78.5%
6.5%

Fonte: API da Câmara dos Deputados, endpoint /proposicoes/{id}. Dados de 10/07/2026.

Proposições por ano

2023
315
2024
193
2025
369
2026
315

Fonte: API de Dados Abertos da Câmara dos Deputados · ~90 palavras-chave em 11 categorias sobre direitos das mulheres · Classificação por forma + postura (regex + LLM) · Atualização automática diária.

[ ATO 03 / DISCURSO E VOTO ]

[ DESTAQUE — 10 jul 2026 ]

PLP 41/2026

Câmara aprova por 470×1 sistema nacional para combater violência contra mulheres

PLP 41/2026 · Aprovado · 07 jul 2026

O que propõe
O projeto cria um sistema unificado e financiado para coordenar políticas de proteção contra feminicídio e violência de gênero no Brasil. Estabelece obrigações legais para o governo implementar ações de prevenção e garantia da vida de meninas e mulheres.
Onde está agora
Aprovado no plenário em 7 de julho de 2026. Aguarda despacho do Presidente da Câmara para seguir para sanção presidencial.
O que está em jogo
A votação definiu se o Brasil teria ou não um marco legal estruturado para enfrentar a violência de gênero com recursos e diretrizes coordenadas em nível nacional.
Ver votação

[ 01 · O que é o projeto ]

Sistema Nacional contra Violência de Gênero

O projeto cria um sistema nacional integrado para combater a violência contra mulheres e meninas, com foco especial no feminicídio. Estabelece diretrizes e destina recursos financeiros para políticas públicas de prevenção, atendimento e proteção das vítimas.

Autoria

Jack Rocha

Relatoria · PLEN

Jandira FeghaliPCdoB-RJ

[ 02 · O que foi votado · 2026-07-07 ]

Mérito

A aprovação da redação final do projeto que institucionaliza o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres.

O projeto foi aprovado por unanimidade (placar simbólico), indicando consenso entre os deputados para avançar com políticas de proteção contra feminicídio.

[ 03 · O que cada voto significa ]

Votar NÃO nem sempre é ser contra a mulher. Em alguns casos, NÃO pode significar querer uma proteção ainda mais forte. Leia o significado específico de cada voto nesta proposição:

Votar SIM

Quem votou SIM reconhece a necessidade urgente de um sistema estruturado para combater violência de gênero e proteger meninas e mulheres.

Votar NÃO

Não houve votos contrários, demonstrando que nenhum deputado se opôs publicamente ao fortalecimento de políticas contra violência de gênero.

[ Voto por partido — indisponível ]

Aprovada por consenso em plenário, sem chamada nominal. A API da Câmara não registra votos individuais nesse tipo de votação, então não é possível mostrar o comportamento de cada partido aqui.

[ Outras votações desta proposição · 2 ]

  • 2026-07-07Mérito470×1

    Votou-se a aprovação do substitutivo que reformula o Sistema Nacional de Enfrentamento à Violência contra Meninas e Mulheres, incluindo novas diretrizes e alocação de recursos.

  • 2026-04-29ProceduralConsenso

    A aprovação do Requerimento de Urgência, que permite tramitação acelerada do projeto na Câmara dos Deputados.

[ 01 · O que é o projeto ]

Aumenta pena de estupro de vulnerável nas Forças

O projeto modifica o Código Penal Militar para endurecer a punição do crime de estupro de vulnerável quando a vítima sofrer lesão corporal grave. A medida foi relatada pela deputada Camila Jara (PT/MS) e busca ampliar as consequências legais para crimes sexuais contra pessoas vulneráveis no âmbito militar.

Autoria

Laura Carneiro

Relatoria · PLEN

Camila JaraPT-MS

[ 02 · O que foi votado · 2026-05-12 ]

Mérito

A aprovação da redação final do projeto que insere novo parágrafo no artigo 232 do Código Penal Militar, aumentando penas para estupro de vulnerável com lesão corporal grave.

O projeto foi aprovado por unanimidade na Câmara (0 SIM × 0 NÃO), o que significa que não houve votação registrada porque houve consenso entre os parlamentares presentes.

[ 03 · O que cada voto significa ]

Votar NÃO nem sempre é ser contra a mulher. Em alguns casos, NÃO pode significar querer uma proteção ainda mais forte. Leia o significado específico de cada voto nesta proposição:

Votar SIM

Quem votou SIM é a favor de punir mais severamente o estupro de vulnerável na esfera militar quando houver lesão corporal grave.

Votar NÃO

Não houve votação contrária, indicando ausência de oposição parlamentar ao endurecimento das penas para esse crime.

[ Voto por partido — indisponível ]

Aprovada por consenso em plenário, sem chamada nominal. A API da Câmara não registra votos individuais nesse tipo de votação, então não é possível mostrar o comportamento de cada partido aqui.

[ Outras votações desta proposição · 2 ]

  • 2026-05-12MéritoConsenso

    Foi votado o substitutivo (versão modificada) do projeto que aumenta as penas para estupro de vulnerável com lesão corporal grave no Código Penal Militar.

  • 2026-04-08MéritoConsenso

    Foi votado o Requerimento de Urgência para acelerar a tramitação do projeto na Câmara.

[ 01 · O que é o projeto ]

Violência vicária na Lei Maria da Penha

Inclui a 'violência vicária' entre as modalidades de violência reconhecidas pela Lei Maria da Penha. Violência vicária é quando o agressor usa os filhos, parentes ou pessoas próximas da vítima para atingi-la — por exemplo, ameaçar ou machucar as crianças para controlar a mãe. Hoje, a Maria da Penha reconhece violência física, psicológica, sexual, patrimonial e moral, mas não explicita a vicária. O projeto quer somar essa proteção ao texto da lei.

Autoria

Laura Carneiro

Relatoria · PLEN

Silvye AlvesUNIÃO-GO

[ 02 · O que foi votado · 2026-03-18 ]

Mérito

Se a Câmara manteria o texto original da PL que inclui a violência vicária na Maria da Penha.

Texto original foi mantido. A proposta avança para o Senado com a inclusão da violência vicária.

[ 03 · O que cada voto significa ]

Votar NÃO nem sempre é ser contra a mulher. Em alguns casos, NÃO pode significar querer uma proteção ainda mais forte. Leia o significado específico de cada voto nesta proposição:

Votar SIM· pró-proteção

A favor de reconhecer na lei a violência vicária — ampliar a proteção para considerar ataques contra filhos e parentes como forma de violência contra a mulher.

Votar NÃO

Contra essa ampliação, ou a favor de remover a parte do texto que trata da violência vicária.

Por que classificamos assim: Votar SIM manteve o texto que reconhece a violência vicária na Lei Maria da Penha. PT votou 100% SIM. Mulheres votaram 70% SIM.

[ Mulheres × Homens ]

Deputadas67 votos
47
20

70.1% votaram SIM

Deputados homens318 votos
185
131

58.2% votaram SIM

Diferença de 11.9 pontos percentuais entre o apoio de deputadas e deputados.

[ Votos por partido ]

largura da barra proporcional ao tamanho do partido

PL
66

70 votantes

6%

votou sim

PT
57

57 votantes

100%

votou sim

UNIÃO
22
20

43 votantes

51%

votou sim

PP
26
8

34 votantes

77%

votou sim

PSD
27
6

33 votantes

82%

votou sim

REPUBLICANOS
7
26

33 votantes

21%

votou sim

MDB
21
9

30 votantes

70%

votou sim

PSDB
10
2

12 votantes

83%

votou sim

PSB
10

11 votantes

91%

votou sim

PODE
9
2

11 votantes

82%

votou sim

PDT
8
2

10 votantes

80%

votou sim

PSOL
9

9 votantes

100%

votou sim

PCdoB
7

7 votantes

100%

votou sim

NOVO
5

5 votantes

0%

votou sim

REDE
4

4 votantes

100%

votou sim

AVANTE
3
1

4 votantes

75%

votou sim

PRD
1
2

3 votantes

33%

votou sim

SOLIDARIEDADE
3

3 votantes

100%

votou sim

PV
3

3 votantes

100%

votou sim

[ Outras votações desta proposição · 7 ]

  • 2026-03-18MéritoConsenso

    A aprovação da redação final do projeto que reconhece legalmente a violência vicária como violência doméstica e familiar contra a mulher.

  • 2026-03-18MéritoConsenso

    Foi votado o substitutivo (versão modificada) do projeto que adiciona a violência vicária às definições da Lei Maria da Penha.

  • 2026-03-18Procedural152×254

    Um 'Recurso' contra parecer terminativo de comissão. Significa um deputado querer levar ao plenário algo que a comissão já decidiu encerrar.

  • 2026-03-18Procedural152×254

    Um 'Recurso' contra parecer terminativo de comissão. Significa um deputado querer levar ao plenário algo que a comissão já decidiu encerrar.

  • 2026-03-18Procedural125×297

    Requerimento de procedimento — pode ser pedido de adiamento, alteração de ordem de votação, retirada de pauta, encerramento de discussão ou outros mecanismos regimentais.

  • 2026-03-18Procedural116×311

    Requerimento de procedimento — pode ser pedido de adiamento, alteração de ordem de votação, retirada de pauta, encerramento de discussão ou outros mecanismos regimentais.

  • 2026-02-25ProceduralConsenso

    Foi votado o Requerimento de Urgência para acelerar a tramitação do projeto na Câmara.

[ 01 · O que é o projeto ]

Política Nacional de Assistência Jurídica às Vítimas

Cria a Política Nacional de Assistência Jurídica Obrigatória às Vítimas em Situação de Vulnerabilidade (PNAJOV) — um serviço gratuito e obrigatório de advogada ou defensor público para mulheres vítimas de violência acompanhar processos criminais, pedidos de medida protetiva e ações de família. Hoje, a vítima frequentemente enfrenta o agressor na Justiça sem representação jurídica, enquanto ele costuma ter advogado.

Autoria

Soraya Santos

Relatoria · PLEN

Greyce EliasAVANTE-MG

[ 02 · O que foi votado · 2026-03-11 ]

Mérito

Se a Câmara manteria o texto original da PL que cria a Política Nacional de Assistência Jurídica às Vítimas.

Texto original foi mantido. A política de assistência jurídica gratuita avança no Congresso.

[ 03 · O que cada voto significa ]

Votar NÃO nem sempre é ser contra a mulher. Em alguns casos, NÃO pode significar querer uma proteção ainda mais forte. Leia o significado específico de cada voto nesta proposição:

Votar SIM

A favor de criar um serviço público obrigatório e gratuito de defesa jurídica para mulheres vítimas de violência.

Votar NÃO· pró-proteção

Contra essa criação ou a favor de alterar significativamente o texto original.

Por que classificamos assim: Votar NÃO era rejeitar o texto original em favor de uma versão mais abrangente proposta em comissão. PT votou 98% NÃO. Mulheres votaram 58% NÃO. O padrão de voto indica que NÃO era a posição pró-proteção neste caso.

[ Mulheres × Homens ]

Deputadas65 votos
27
37

41.5% votaram SIM

Deputados homens304 votos
186
115

61.2% votaram SIM

Diferença de 19.7 pontos percentuais entre o apoio de deputadas e deputados.

[ Votos por partido ]

largura da barra proporcional ao tamanho do partido

PL
65

66 votantes

99%

votou sim

PT
49

51 votantes

2%

votou sim

REPUBLICANOS
33

38 votantes

13%

votou sim

PSD
7
28

36 votantes

19%

votou sim

UNIÃO
31

36 votantes

86%

votou sim

PP
27

31 votantes

87%

votou sim

MDB
12
7

19 votantes

63%

votou sim

PSDB
13

15 votantes

87%

votou sim

PSB
14

14 votantes

100%

votou sim

PODE
12

14 votantes

86%

votou sim

PDT
10

10 votantes

100%

votou sim

PSOL
9

9 votantes

0%

votou sim

PCdoB
8

8 votantes

0%

votou sim

AVANTE
7

7 votantes

100%

votou sim

NOVO
5

5 votantes

100%

votou sim

[ 01 · O que é o projeto ]

Mapeamento de impactos climáticos em mulheres

O projeto cria um sistema de coleta, organização e publicação de dados sobre como a crise climática afeta especialmente as meninas e mulheres brasileiras. Busca dar visibilidade aos impactos desproporcionais do aquecimento global no público feminino e subsidiar políticas públicas específicas.

Autoria

Célia Xakriabá

Relatoria · PLEN

Iza ArrudaMDB-PE

[ 02 · O que foi votado · 2026-03-11 ]

Mérito

A aprovação da versão final do projeto de lei que estabelece o mapeamento dos dados climáticos com recorte de gênero.

O projeto foi aprovado por unanimidade e seguirá para o Senado Federal, onde será necessária nova votação para se tornar lei.

[ 03 · O que cada voto significa ]

Votar NÃO nem sempre é ser contra a mulher. Em alguns casos, NÃO pode significar querer uma proteção ainda mais forte. Leia o significado específico de cada voto nesta proposição:

Votar SIM

Quem votou SIM apoia a criação de ferramentas de dados sobre clima e gênero para orientar ações governamentais.

Votar NÃO

Não houve votos contrários registrados nesta votação.

[ Voto por partido — indisponível ]

Aprovada por consenso em plenário, sem chamada nominal. A API da Câmara não registra votos individuais nesse tipo de votação, então não é possível mostrar o comportamento de cada partido aqui.

[ Outras votações desta proposição · 2 ]

  • 2026-03-11MéritoConsenso

    A aprovação do substitutivo (versão modificada) do projeto que mapeia e divulga os impactos da crise climática na vida de mulheres brasileiras.

  • 2026-03-11Procedural316×86

    Foi votado o Requerimento de Urgência (um procedimento que acelera a tramitação do projeto na Câmara, pulando etapas normais).

[ 01 · O que é o projeto ]

Mobilização Nacional contra Violência de Mulheres

O projeto cria uma campanha anual de 21 dias (20 de novembro a 10 de dezembro) focada em combater a violência contra mulheres. Envolve articulação entre governo, estados, municípios, sociedade civil e empresas para intensificar ações de prevenção e enfrentamento desse problema.

Autoria

Ana Paula Lima

Relatoria · PLEN

Jack RochaPT-ES

[ 02 · O que foi votado · 2026-03-11 ]

Mérito

A redação final do projeto que institui a Mobilização Nacional dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

O projeto foi aprovado por unanimidade (placar 0×0 significa aprovação sem votação nominal registrada), entrando em vigor como lei.

[ 03 · O que cada voto significa ]

Votar NÃO nem sempre é ser contra a mulher. Em alguns casos, NÃO pode significar querer uma proteção ainda mais forte. Leia o significado específico de cada voto nesta proposição:

Votar SIM

Quem votou SIM apoia políticas públicas coordenadas para prevenir e combater a violência contra mulheres no Brasil.

Votar NÃO

Não houve votos contra, indicando consenso sobre a importância de mobilização nacional para enfrentar violência de gênero.

[ Voto por partido — indisponível ]

Aprovada por consenso em plenário, sem chamada nominal. A API da Câmara não registra votos individuais nesse tipo de votação, então não é possível mostrar o comportamento de cada partido aqui.

[ Outras votações desta proposição · 2 ]

  • 2026-03-11MéritoConsenso

    Foi votado o substitutivo (versão modificada) do projeto que estabelece a Mobilização Nacional de 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

  • 2026-03-11ProceduralConsenso

    Foi votado o Requerimento de Urgência para acelerar a tramitação do projeto na Câmara dos Deputados.

[ 01 · O que é o projeto ]

Monitoramento eletrônico obrigatório para agressores

Torna obrigatória a aplicação de monitoramento eletrônico (tornozeleira) para agressores em casos de violência doméstica, como medida de proteção à vítima e prevenção de novos episódios de agressão. Hoje, a tornozeleira é prevista mas não obrigatória — depende da decisão do juiz em cada caso.

Autoria

Marcos Tavares

Relatoria · PLEN

Delegada IoneAVANTE-MG

[ 02 · O que foi votado · 2026-03-10 ]

Mérito

Se a Câmara manteria o texto original da PL que torna a tornozeleira eletrônica obrigatória para agressores em casos de violência doméstica.

Texto original foi mantido. A proposta avança com a obrigatoriedade de monitoramento eletrônico.

[ 03 · O que cada voto significa ]

Votar NÃO nem sempre é ser contra a mulher. Em alguns casos, NÃO pode significar querer uma proteção ainda mais forte. Leia o significado específico de cada voto nesta proposição:

Votar SIM· pró-proteção

A favor da tornozeleira eletrônica obrigatória para agressores como medida preventiva.

Votar NÃO

Contra a obrigatoriedade, preferindo manter a decisão caso a caso do juiz.

Por que classificamos assim: Votação quase unânime (408×13). PT 100% SIM, PL 98% SIM, mulheres 97% SIM. Consenso raro — ambos os lados concordaram com a tornozeleira obrigatória.

[ Mulheres × Homens ]

Deputadas69 votos
67

97.1% votaram SIM

Deputados homens353 votos
341

96.6% votaram SIM

[ Votos por partido ]

largura da barra proporcional ao tamanho do partido

PL
79

81 votantes

98%

votou sim

PT
57

57 votantes

100%

votou sim

UNIÃO
40

41 votantes

98%

votou sim

REPUBLICANOS
39

40 votantes

98%

votou sim

PP
39

40 votantes

98%

votou sim

PSD
31

35 votantes

89%

votou sim

MDB
33

33 votantes

100%

votou sim

PSB
15

15 votantes

100%

votou sim

PDT
13

13 votantes

100%

votou sim

PSDB
12

12 votantes

100%

votou sim

PODE
11

11 votantes

100%

votou sim

PCdoB
8

8 votantes

100%

votou sim

AVANTE
7

7 votantes

100%

votou sim

PSOL
7

7 votantes

100%

votou sim

SOLIDARIEDADE
4

4 votantes

100%

votou sim

REDE
4

4 votantes

100%

votou sim

NOVO
4

4 votantes

0%

votou sim

PRD
4

4 votantes

100%

votou sim

PV
3

3 votantes

100%

votou sim

[ Outras votações desta proposição · 4 ]

  • 2026-03-10MéritoConsenso

    Aprovou-se a redação final do projeto que permite aplicar monitoramento eletrônico como medida de proteção em casos de violência doméstica.

  • 2026-03-10MéritoConsenso

    Foi votado o substitutivo (versão modificada) do projeto que define como e quando aplicar o monitoramento eletrônico em casos de violência doméstica.

  • 2025-10-27MéritoConsenso

    Foi votado um requerimento de urgência para acelerar a discussão e votação do projeto na Câmara.

  • 2025-10-27ProceduralConsenso

    A votação alterou apenas o regime de tramitação do projeto (velocidade de processamento), não o mérito da proposta sobre monitoramento eletrônico.

[ 01 · O que é o projeto ]

Campanhas Obrigatórias contra Violência Doméstica

O projeto estabelece que o governo deve realizar campanhas informativas e educativas permanentes sobre violência doméstica e familiar contra mulheres, com base na Lei Maria da Penha. O objetivo é conscientizar a população sobre esse crime e promover políticas de prevenção contínuas.

Autoria

Jack Rocha

Relatoria · PLEN

Daniela do WaguinhoUNIÃO-RJ

[ 02 · O que foi votado · 2026-03-10 ]

Mérito

Aprovação da redação final do projeto que torna obrigatória a implementação de campanhas educativas permanentes sobre violência doméstica contra mulheres.

O projeto foi aprovado por unanimidade, transformando-se em lei e garantindo que campanhas informativas sobre violência doméstica serão mantidas permanentemente pelo governo.

[ 03 · O que cada voto significa ]

Votar NÃO nem sempre é ser contra a mulher. Em alguns casos, NÃO pode significar querer uma proteção ainda mais forte. Leia o significado específico de cada voto nesta proposição:

Votar SIM

Quem votou SIM apoia investimento em campanhas educativas contínuas para prevenir e combater a violência contra mulheres nas relações domésticas.

Votar NÃO

Não houve votos contrários — a aprovação unânime indica consenso político sobre a importância de campanhas permanentes de prevenção à violência doméstica.

[ Voto por partido — indisponível ]

Aprovada por consenso em plenário, sem chamada nominal. A API da Câmara não registra votos individuais nesse tipo de votação, então não é possível mostrar o comportamento de cada partido aqui.

[ Outras votações desta proposição · 2 ]

  • 2026-03-10MéritoConsenso

    Foi votado o substitutivo (versão modificada) do projeto que estabelece a obrigatoriedade de campanhas permanentes sobre violência contra mulheres.

  • 2026-02-09MéritoConsenso

    Foi votado o Requerimento de Urgência para acelerar a tramitação do projeto na Câmara, dispensando prazos normais de análise.

[ 01 · O que é o projeto ]

Obrigatoriedade de divulgar Ligue 180 em notícias

O projeto obriga todos os meios de comunicação (TV, rádio, jornais, internet) a divulgarem o número do Ligue 180 quando publicarem notícias sobre violência contra a mulher. O Ligue 180 é um serviço gratuito de denúncia e orientação para mulheres vítimas de violência.

Autoria

Talíria Petrone

Relatoria · PLEN

Camila JaraPT-MS

[ 02 · O que foi votado · 2026-02-26 ]

Mérito

A Câmara votou a redação final do projeto que torna obrigatória a divulgação do Ligue 180 em todas as notícias sobre violência contra mulheres.

O projeto foi aprovado por unanimidade (0 votos contra), significando que agora a lei exigirá que toda cobertura de violência contra a mulher inclua informações sobre como denunciar.

[ 03 · O que cada voto significa ]

Votar NÃO nem sempre é ser contra a mulher. Em alguns casos, NÃO pode significar querer uma proteção ainda mais forte. Leia o significado específico de cada voto nesta proposição:

Votar SIM

Quem votou SIM apoia medidas de proteção às mulheres e acredita que divulgar o serviço de denúncia salva vidas ao facilitar o acesso de vítimas à ajuda.

Votar NÃO

Nenhum deputado votou contra o projeto (aprovação unânime).

[ Voto por partido — indisponível ]

Aprovada por consenso em plenário, sem chamada nominal. A API da Câmara não registra votos individuais nesse tipo de votação, então não é possível mostrar o comportamento de cada partido aqui.

[ Outras votações desta proposição · 2 ]

  • 2026-02-26MéritoConsenso

    A aprovação do substitutivo que torna obrigatória a divulgação do número Ligue 180 em toda e qualquer notícia sobre violência contra a mulher em qualquer meio de comunicação.

  • 2026-02-09MéritoConsenso

    Votou-se o Requerimento de Urgência para acelerar a apreciação do projeto na Câmara dos Deputados.

[ 01 · O que é o projeto ]

Cipa passa a educar sobre desastres climáticos

O projeto modifica a lei trabalhista para ampliar as responsabilidades da Cipa (comissão de segurança nas empresas). Além de prevenir acidentes, a Cipa terá que promover educação sobre mudanças climáticas e preparar os trabalhadores para responder a desastres naturais. É uma forma de integrar preocupações ambientais à segurança do trabalho.

Autoria

Talíria Petrone

Relatoria · PLEN

Airton FaleiroPT-PA

[ 02 · O que foi votado · 2025-11-05 ]

Mérito

Aprovou-se a inclusão de obrigações de educação climática e prevenção de desastres nas atribuições da Cipa.

O projeto foi aprovado por unanimidade, sem votos contrários, e segue para sanção presidencial.

[ 03 · O que cada voto significa ]

Votar NÃO nem sempre é ser contra a mulher. Em alguns casos, NÃO pode significar querer uma proteção ainda mais forte. Leia o significado específico de cada voto nesta proposição:

Votar SIM

Quem votou SIM apoia que empresas preparem trabalhadores para riscos climáticos e desastres.

Votar NÃO

Não houve votos contrários, indicando consenso sobre a importância de integrar educação climática à segurança ocupacional.

[ Voto por partido — indisponível ]

Aprovada por consenso em plenário, sem chamada nominal. A API da Câmara não registra votos individuais nesse tipo de votação, então não é possível mostrar o comportamento de cada partido aqui.

[ Outras votações desta proposição · 3 ]

  • 2025-11-05MéritoConsenso

    Aprovação do substitutivo que amplia as atribuições da CIPA para incluir educação climática e prevenção de desastres nas empresas.

  • 2025-11-05Mérito134×267

    Um requerimento para rejeitar o projeto de lei que atribuiria novas funções de educação climática à CIPA.

  • 2025-11-03Mérito295×118

    O Requerimento de Urgência que acelera a tramitação do projeto, permitindo votação imediata sem passar por comissões.

Fonte: API de Dados Abertos da Câmara dos Deputados · Votações nominais em plenário · Legislatura 2023-2026 · Interpretações editoriais. Atualização automática diária.

[ ATO 04 / QUEM ATUA CONTRA ]

Algumas das proposições legislativas mais assinadas do Congresso sobre “mulher” atuam contra direitos conquistados. Criminalizam o aborto legal em casos de estupro, obrigam hospitais a denunciar vítimas à polícia, sustam resoluções que protegem crianças contra violência sexual, propõem armamento como resposta à violência doméstica. O site remove essas PLs do ranking de atuação — e subtrai do score de quem as assina.

[ Método — duas penalidades distintas ]

Autoria de PL regressiva(esta seção): assinar uma proposta que criminaliza aborto legal, obriga notificação à polícia de interrupção da gestação, susta resoluções protetivas (Conanda 258), proíbe bloqueio puberal, ou autoriza porte de arma como “proteção” à vítima. Cada PL regressiva assinada subtrai −7 pontos do score.

Voto SIM em pauta regressiva (tratado no Ato 02): votar a favor da aprovação em plenário. Subtrai −5 pontos do score. Hoje, a única votação curada é o PDL 3/2025 (Conanda), aprovado 317×111 em 05/11/2025.

Por que só uma votação? A maioria das PLs regressivas listadas abaixo está engavetada — nunca foi a voto de mérito no plenário. A Câmara assina muito, mas vota pouco: engaveta o que pode dar ruim, leva ao plenário só o que tem maioria garantida. Quem assina já é penalizado aqui (−7); só vira voto regressivo (−5) se a PL for efetivamente aprovada.

[ As 4 PLs regressivas mais assinadas no Congresso ]

PL — Autoria

[ PDL25/2025 ]

42 assinaturas

Sustam a resolução do Conanda que protege crianças e adolescentes vítimas de violência sexual e autoriza o aborto legal em casos previstos em lei. Aprovar sustaria essa proteção.

Ver os 42 parlamentares que assinam →
Cabo Gilberto Silva (PL/PB)Any Ortiz (PP/RS)Daniela Reinehr (PL/SC)Capitão Augusto (PL/SP)Bibo Nunes (PL/RS)Coronel Assis (PL/MT)Clarissa Tércio (PP/PE)Carlos Jordy (PL/RJ)Capitão Alberto Neto (PL/AM)Cobalchini (MDB/SC)Zucco (PL/RS)Silvia Waiãpi (PL/AP)Luisa Canziani (UNIÃO/PR)Gustavo Gayer (PL/GO)Padovani (PP/PR)Sóstenes Cavalcante (PL/RJ)Reinhold Stephanes (PL/PR)José Medeiros (PL/MT)Pezenti (MDB/SC)Carla Dickson (PL/RN)Rodrigo Estacho (PSD/PR)André Fernandes (PL/CE)Adriana Ventura (NOVO/SP)Filipe Martins (PL/TO)Pastor Eurico (PSDB/PE)Mario Frias (PL/SP)Mauricio Marcon (PL/RS)General Pazuello (PL/RJ)Joaquim Passarinho (PL/PA)Rodrigo da Zaeli (PL/MT)Eduardo Bolsonaro (PL/SP)Sargento Fahur (PL/PR)Julia Zanatta (PL/SC)Sargento Gonçalves (PL/RN)Pr. Marco Feliciano (PL/SP)Mauricio do Vôlei (PL/MG)Caroline de Toni (PL/SC)Carla Zambelli (PL/SP)Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL/SP)Delegado Paulo Bilynskyj (PL/SP)Messias Donato (UNIÃO/ES)Delegado Caveira (PL/PA)
PL — Autoria

[ PL2499/2024 ]

35 assinaturas

Obriga hospitais e unidades de saúde a notificar à polícia toda vítima que faz aborto legal — inclusive de estupro. Transforma vítima em suspeita e criminaliza o cuidado.

Ver os 35 parlamentares que assinam →
Cabo Gilberto Silva (PL/PB)Delegado Fabio Costa (PP/AL)Franciane Bayer (REPUBLICANOS/RS)Dr. Fernando Máximo (PL/RO)Rodrigo Valadares (PL/SE)Coronel Assis (PL/MT)Clarissa Tércio (PP/PE)Alfredo Gaspar (PL/AL)Luiz Lima (NOVO/RJ)Delegado Palumbo (PODE/SP)Silvia Waiãpi (PL/AP)Coronel Meira (PL/PE)Dr. Luiz Ovando (PP/MS)General Girão (PL/RN)Lincoln Portela (PL/MG)Pezenti (MDB/SC)Coronel Telhada (PP/SP)Lucas Redecker (PSD/RS)André Fernandes (PL/CE)Filipe Martins (PL/TO)Delegado Ramagem (PL/RJ)Mario Frias (PL/SP)Mauricio Marcon (PL/RS)Coronel Chrisóstomo (PL/RO)General Pazuello (PL/RJ)Sargento Fahur (PL/PR)Sargento Gonçalves (PL/RN)Mauricio do Vôlei (PL/MG)Rodolfo Nogueira (PL/MS)Carla Zambelli (PL/SP)Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL/SP)Delegado Paulo Bilynskyj (PL/SP)Messias Donato (UNIÃO/ES)Delegado Caveira (PL/PA)Marcos Pollon (PL/MS)
PL — Autoria

[ PL269/2023 ]

27 assinaturas

Dispõe sobre a proibição de bloqueio puberal hormonal em crianças e adolescentes em processo transexualizador e de terapia hormonal e cirurgia de redesignação sexual, respectivamen…

Ver os 27 parlamentares que assinam →
Cabo Gilberto Silva (PL/PB)Capitão Alden (PL/BA)Coronel Fernanda (PL/MT)Carlos Jordy (PL/RJ)Capitão Alberto Neto (PL/AM)Fausto Santos Jr. (UNIÃO/AM)Junio Amaral (PL/MG)José Medeiros (PL/MT)Lincoln Portela (PL/MG)Abilio Brunini (PL/MT)Amália Barros (PL/MT)Daniel Freitas (PL/SC)Jefferson Campos (PL/SP)André Fernandes (PL/CE)Delegado Ramagem (PL/RJ)Pastor Eurico (PSDB/PE)Mario Frias (PL/SP)Eduardo Bolsonaro (PL/SP)Sargento Gonçalves (PL/RN)Mauricio do Vôlei (PL/MG)Rodolfo Nogueira (PL/MS)Carla Zambelli (PL/SP)Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL/SP)Delegado Paulo Bilynskyj (PL/SP)Messias Donato (UNIÃO/ES)Delegado Caveira (PL/PA)Marcos Pollon (PL/MS)
PL — Autoria

[ PDL48/2025 ]

24 assinaturas

Sustam a resolução do Conanda que protege crianças e adolescentes vítimas de violência sexual e autoriza o aborto legal em casos previstos em lei. Aprovar sustaria essa proteção.

Ver os 24 parlamentares que assinam →
Rosângela Moro (PL/SP)Evair Vieira de Melo (REPUBLICANOS/ES)Dr. Zacharias Calil (MDB/GO)Márcio Honaiser (SOLIDARIEDADE/MA)Marussa Boldrin (REPUBLICANOS/GO)Nelson Barbudo (PODE/MT)Simone Marquetto (PP/SP)Bia Kicis (PL/DF)Eros Biondini (PL/MG)Giovani Cherini (PL/RS)Carla Dickson (PL/RN)Osmar Terra (PL/RS)Zé Trovão (PL/SC)Adriana Ventura (NOVO/SP)Filipe Martins (PL/TO)Marcel van Hattem (NOVO/RS)Joaquim Passarinho (PL/PA)Rodrigo da Zaeli (PL/MT)Sargento Fahur (PL/PR)Pr. Marco Feliciano (PL/SP)Carla Zambelli (PL/SP)Delegado Paulo Bilynskyj (PL/SP)Messias Donato (UNIÃO/ES)Delegado Caveira (PL/PA)

Classificação automática baseada em palavras-chave conservadoras — na dúvida, uma PL é contada como protetiva. Os padrões de regex estão publicados em scripts/classify_stance.py.

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